As criptomoedas são suportadas por uma tecnologia conhecida como blockchain, que mantém um registro de transações inviolável e controla quem possui o quê. O uso de blockchains resolveu um problema enfrentado por esforços anteriores para criar moedas puramente digitais: impedir que as pessoas fizessem cópias de seus ativos e tentassem gastá-los duas vezes.
Unidades individuais de criptomoedas podem ser chamadas de moedas ou tokens, dependendo de como são usadas. Alguns pretendem ser unidades de troca de bens e serviços, outros são reservas de valor e alguns podem ser usados para participar em programas de software específicos, como jogos e produtos financeiros.
Como as criptomoedas são criadas? Uma forma comum de criação de criptomoedas é por meio de um processo conhecido como mineração, que é usado pelo Bitcoin. A mineração de Bitcoin pode ser um processo que consome muita energia, no qual os computadores resolvem quebra-cabeças complexos para verificar a autenticidade das transações na rede. Como recompensa, os proprietários desses computadores podem receber a criptomoeda recém-criada. Outras criptomoedas usam métodos diferentes para criar e distribuir tokens, e muitas têm um impacto ambiental significativamente menor. Para a maioria das pessoas, a maneira mais fácil de obter criptomoeda é comprá-la, seja de uma bolsa ou de outro usuário.
Por que existem tantos tipos de criptomoeda? É importante lembrar que o Bitcoin é diferente da criptomoeda em geral. Embora o Bitcoin seja a primeira e mais valiosa criptomoeda, o mercado é grande.
Existem mais de 1,8 milhão de criptomoedas diferentes, de acordo com CoinMarketCap.com, um site de pesquisa de mercado. E embora algumas criptomoedas tenham avaliações totais de mercado na casa das centenas de bilhões de dólares, outras são obscuras e essencialmente inúteis.